
Após amedrontar a população decidindo em assembleia, em uníssono ‘sim’ de 11 mil policiais militares, o início do Movimento Polícia Legal para as 19 horas de quinta-feira, dia 06, a categoria voltou atrás e adiou a operação para a próxima segunda-feira (10), a partir das 7 horas. As idas e vindas no decorrer do dia revelaram uma cisão, em dois grupos, das entidades que representam os policiais militares.
De um lado, 31 entidades representativas da categoria afirmavam o início do movimento para a próxima segunda-feira, do outro lado a Associação dos Profissionais de Polícia e Bombeiros Militares (Aspol) e a Associação dos Policiais e Bombeiros e Familiares do Estado da Bahia (Aspra), lideradas por Marco Prisco e José Dias, respectivamente, permaneciam com a postura de que seria cumprida a decisão a partir das 19 horas de quinta.
Nesta faixa de horário, Prisco se encontrava em frente à sede da unidade Rondas Especiais (Rondesp), em São Joaquim, orientando os policiais a não saírem às ruas. A TARDE percorreu as companhias independentes sediadas no subúrbio ferroviário entre as 19h30 e 21 horas de ontem. Na 19ª CIPM (Paripe), as viaturas permaneciam paradas. “Estão assim desde as 16 horas”, confidenciou um soldado, que pediu para não revelar o nome.
“Aqui, nossas viaturas foram para as ruas. Até segunda ordem, permaneceremos com policiamento normal”, declarou o sargento Pedro Lago, da 18ª CIPM (Mirantes de Periperi). Já na 14ª CIPM (Lobato), A TARDE apurou que os policiais só foram realizar as rondas ostensivas após reunião com seu comandante. Prisco apareceu na sede da unidade, mas não a tempo de tentar evitar a saída dos policiais para o trabalho de rua. “As viaturas vão para as ruas, mas ficarão ‘entocadas’”, apostou Prisco.
O comandante da 26ª CIPM (Brotas), major Costa Ferreira, disse que “não existe paralisação” e que duas viaturas estariam em rondas por toda a noite na região. Na 58ª CIPM (Cosme de Farias), A TARDE encontrou duas viaturas paradas e sete policiais. Perguntados se, caso acionados, se deslocariam da unidade, permaneceram em silêncio.
De um lado, 31 entidades representativas da categoria afirmavam o início do movimento para a próxima segunda-feira, do outro lado a Associação dos Profissionais de Polícia e Bombeiros Militares (Aspol) e a Associação dos Policiais e Bombeiros e Familiares do Estado da Bahia (Aspra), lideradas por Marco Prisco e José Dias, respectivamente, permaneciam com a postura de que seria cumprida a decisão a partir das 19 horas de quinta.
Nesta faixa de horário, Prisco se encontrava em frente à sede da unidade Rondas Especiais (Rondesp), em São Joaquim, orientando os policiais a não saírem às ruas. A TARDE percorreu as companhias independentes sediadas no subúrbio ferroviário entre as 19h30 e 21 horas de ontem. Na 19ª CIPM (Paripe), as viaturas permaneciam paradas. “Estão assim desde as 16 horas”, confidenciou um soldado, que pediu para não revelar o nome.
“Aqui, nossas viaturas foram para as ruas. Até segunda ordem, permaneceremos com policiamento normal”, declarou o sargento Pedro Lago, da 18ª CIPM (Mirantes de Periperi). Já na 14ª CIPM (Lobato), A TARDE apurou que os policiais só foram realizar as rondas ostensivas após reunião com seu comandante. Prisco apareceu na sede da unidade, mas não a tempo de tentar evitar a saída dos policiais para o trabalho de rua. “As viaturas vão para as ruas, mas ficarão ‘entocadas’”, apostou Prisco.
O comandante da 26ª CIPM (Brotas), major Costa Ferreira, disse que “não existe paralisação” e que duas viaturas estariam em rondas por toda a noite na região. Na 58ª CIPM (Cosme de Farias), A TARDE encontrou duas viaturas paradas e sete policiais. Perguntados se, caso acionados, se deslocariam da unidade, permaneceram em silêncio.
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