O aumento salarial diferenciado entre as polícias Civil e Militar e o tratamento concedido pela SSP à PM, em alguns episódios, são os pontos que causaram o descontentamento da classe.
O secretário convocou a reunião numa tentativa de estender a bandeira branca para a Polícia Militar, depois das notícias crescentes do descontentamento dos PMs com a SSP e o governo estadual.
No encontro, a portas fechadas, com duração de quase quatro horas, Nunes teria garantido que não tem nenhuma indisposição ou animosidade com a Polícia Militar, além de ter feito um pedido de desculpas, caso tenha sido mal interpretado em algumas ocasiões.
Associações que representam oficiais, sargentos e soldados levaram uma lista de reclamações a Nunes. Uma das principais cobranças foi o aumento 24% para policiais civis.
Os militares também reclamaram do tratamento que receberam da SSP em alguns episódios, como no caso da Operação Nêmesis, quando coronéis acusados de corrupção foram algemados ao serem presos por policiais civis. “Nós estamos nos sentindo discriminados pela SSP e pelo governo”, reclamou o major Sílvio Marcelo Correa, presidente da Associação de Oficiais da Polícia Militar da Bahia - Força Invicta. O secretário foi procurado para falar sobre o assunto, mas não retornou as ligações.
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